segunda-feira, 22 de junho de 2009

PROJETO CANTIGAS E BRINCADEIRAS ANTIGAS




PROJETO CANTIGAS DE RODA E BRINCADEIRAS ANTIGAS.

Tema:
Justificativa:


Cantar é maravilhoso! "Quem canta seus males espanta". Todos gostam de brincadeiras. Essas cantigas são muito importantes, pois pertencem à tradição oral e são transmitidas de geração a geração. Entre na roda, na ciranda da brincadeira e divirta-se com a sua turma. Será super legal!


Objetivos:



Pesquisar sobre as diferentes cantigas de roda que existem.
Proporcionar a leitura das canções.
Ampliar o repertório musical e de outras brincadeiras de roda.
Resgatar as brincadeiras mais antigas.

Metodologia:


Recuperar com os pais, avós, amigos, vizinhos e em livros, cantigas de roda e as brindadeiras.
Trabalhar com o grupo de alunos as cantigas e as brincadeiras.
Analisar as cantigas de roda
Criar e inventar outras cantigas de roda e outras brincadeiras.


Produção Final:


Apresentação dos trabalhos e um musical.
Duração prevista 45 dias.
O que pode ser trabalhado com este projeto?



Atividades


“Ciranda, cirandinha, vamos todos...” É pena, mas, cada dia menos, as crianças conjugam, cantam e dançam o verbo cirandar – desta e de qualquer outra cantiga de roda.


A lista de motivos que distanciaram a cantiga e a roda das brincadeiras infantis é grande. Os edifícios e suas minúsculas áreas de lazer engoliram literalmente os quintais amplos nas grandes cidades, A insegurança afugentou das ruas as crianças, Ao mesmo tempo, com velocidade espantosa, a mídia transforma em modismo musical e comportamental a dança da garrafa e outras, que, no máximo, exigem da meninada capacidade de imitação.

Longe do círculo, das lendas e das cantigas de roda, os baixinhos deixam de ganhar uma grande contribuição para seu desenvolvimento social, cultural e emocional.
Ao longo da História, esse passatempo transmitiu histórias, lendas, cultura.

E consolidou o vínculo afetivo de muitas gerações, que se deram as mãos, cantaram e dançaram juntas, falando a mesma linguagem, apesar da mudança dos tempos. A cantiga e a roda sempre representaram uma das sólidas pontes entre as avós e seus netos, por exemplo.

Senhoras e crianças recitaram o mesmo verso, cada uma em seu tempo e, mais tarde, na mesma roda – cúmplices uma da outra. Brincando com símbolos, assumindo papéis diferentes na representação, ou simplesmente recitando um verso no centro da roda, os baixinhos “vestem” diferentes personalidades e experimentam distintas emoções – vivências que os ajudam a construir a própria identidade.

No vai-e-vem da roda, a criançada vai descobrindo a harmonia dos movimentos do próprio corpo e a musicalidade de sua voz.
Arcas encantadas. De mãos dadas no círculo, ou dentro dele, as crianças têm a oportunidade de exercitar sua desenvoltura, de compartilhar alegria, afeto e aprovação dos amiguinhos. Também têm a chance de se projetar no grupo.

Brincando, elas exercitam sua capacidade de socialização, habilidade necessária em qualquer ambiente que exija convivência e traquejo social. Ao longo da vida, a “roda” terá cenários bem mais amplos: a escola, o trabalho, a cidade, o país e a família que o adulto vier a formar.

E embora não seja o remédio para todos os males, as cantigas de roda podem até favorecer, nessa idade, a convivência dos clubes do bolinha e da luluzinha, sem maiores desavenças.
De verso em verso, as músicas e as danças também mantêm vivas a história e a cultura de um determinado país ou região.

É o que se vê, por exemplo, em o Peixe Vivo, canção que relata a lenda amazônica do boto, que seduzia as jovens solteiras dos povoados ribeirinhos.

Engana-se quem imaginar que as qualidades dessas ricas musiquinhas terminam por aí. Elas são fortes aliadas também na hora de ensinar a meninada a ler e a escrever. Os especialistas afirmam que a familiaridade com textos conhecidos e apreciados pelos baixinhos facilita a alfabetização.

Perceber que a combinação de determinadas letrinhas resulta em cada uma das palavras do refrão de uma cantiga conhecida é muito mais gostoso e interessante do que aprender a ler e escrever palavras isoladas. Isso, dizem esses profissionais, aumenta a capacidade de compreensão da criança que, assim, tem mais possibilidades de interpretar e conhecer o mundo em que vive.

As cantigas podem ser comparadas a baús que guardam diferentes tesouros. Por isso tem crescido o número de educadores e músicos que procuram recuperar a força e o brilho dessas arcas encantadas.
Todo mundo sabe que as crianças gostam mesmo é de brincar... Brincar é sua vida... sua expressão mais espontânea e original... sua atividade principal, sua atmosfera.

A brincadeira educa e deseduca, escraviza e liberta, os gestos, as atitudes de amizade, de partilha, de solidariedade,de serviço, de justiça, de atenção aos mais fracos, nas quais concretizam o Reino de Deus, o Mundo Novo; mas também é possível identificar as atitudes egoístas, gestos que revelam o espírito de ambição, de competição, atitudes de dominação, de idéias e expressões machistas, racistas, de marginalização, de exploração, de violência...

A Brincadeira é coisa séria mesmo, neste mundo de hoje, da tecnologia, da mídia, da cultura de massas, da massificação alienante do povo, resgatar as brincadeiras tradicionais, as antigas cantigas de rodas, os jogos tradicionais, as músicas do folclore infantil, os contos, que constituem as raízes de nossa identidade cultural...
Apreciar os gestos e atitudes que aí se dão... Ensinar para as crianças essas coisas, livrando-as da atenção exclusiva à televisão, aos programas que mutilam a sua mente e inculcam valores e práticas nocivos. A brincadeira, o jogo, a história, o conto, tornam-se assim instrumentos e subsídios no processo de conscientização e evangelização das crianças e dos adolescentes, sobre a realidade e o mundo a seu redor.

É o espelho da sociedade, dos valores e costumes, ajudando a enxergar a trama, o jogo de forças e interesses, e a perceber os desafios.
Mas é preciso educar o "olhar do acompanhante" a cada brincadeira, educar seu ouvido a cada cantiga, a cada história... Sensibilizá-lo para os elementos que cada coisa oferece para a reflexão. Criar a pedagogia e a didática da brincadeira, da cantiga, da historinha.

Não é só brincadeiraJogos infantis ajudam a desenvolver as habilidades nas crianças: Concentração


- brincadeiras de rorda

- corre-cutia


- mestre-mandou Coordenação motora

- amarelinha

- bolinhas de gude

- corda Equilíbrio

- bambolê

- corda

- corre-cutia

- toca-do-coelho

Linguagem e oralidade

- amarelinha

- cantigas de roda

- corda

- corre-cutia

- faz-de-conta

Noções de espaço e tempo

- amarelinha

- bolinhas de gude

- corda

- queimada

Raciocínio

- amarelinha

- bolinhas de gude

- corda

- queimada

Regras e limites

- amarelinha

- bolinhas de gude

- queimada

- toca-do-coelho


Socialização

- brincadeiras de roda

- corre-cutia

- faz-de-conta

- toca-do-coelho

Relação das atividades:


Música e brincadeira “ eu sou pobre pobre e eu sou rica rica de maré de ci.

Construção de um cata vento.

Canção “ciranda cirandinha” cantaremos e em seguida iremos brincar.
Jogo “formando os grupo
Brincadeira “lenço atrás”

Dobradura do barquinho de papel e a música o barquinho virou.

Fantoche de saco de papel

Dobradura do sapo e a música do sapo chulé
Mosaico com papeis picados, num desenho já construído “borboleta”.

CAIXA HIGIENE BUCAL

MODELOS DE CAIXA DE MADEIRA PARA QUARDAR AS ESCOVAS DE DENTE
DAS CRIANÇAS.




ESCREVER O NOME DE CADA CRIANÇA COM UMA FITA DENTRO


O ENFEITE É DE EVA

domingo, 21 de junho de 2009

mensagem

"A gente pode morar numa casa mais ou menos
numa rua mais ou menos
numa cidade mais ou menos,
e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos,
e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.
Tudo bem.
O que a gente NÃO PODE mesmo, NUNCA, de JEITO NENHUM,
é AMAR mais ou menos,
é SONHAR mais ou menos,
é ser AMIGO mais ou menos,
é NAMORAR mais ou menos,
é TER FÉ mais ou menos,
e ACREDITAR mais ou menos.
Senão, a gente corre o risco de se tornar...
UMA PESSOA MAIS OU MENOS.
Chico Xavier

quarta-feira, 17 de junho de 2009

PROJETO DE FÉRIAS


PROJETO TA NA HORA DE BRINCAR


Tema: PROJETO TA NA HORA DE BRINCAR

Justificativa:


Muitas crianças entram de férias, mas muita não tem como. E foi pensando nessas crianças que desenvolvi esse projeto.


Objetivos:


Brincar
Buscar maior interação
Desenvolver a criatividade
Proporcionar atividades prazerosas.



Metodologia:
Filmes
Brincadeiras diversas
Interação
Pinturas
Imaginação

Duração prevista 8 dias.



O que pode ser trabalhado com este projeto?


Língua Portuguesa
Artes
Estudos Sociais
Educação física


Atividades


Elaborar atividades coletivas com os alunos a partir de muitas brincadeiras
Dançar e cantar diversas musicas
Brincar , brincar muito.


Brincando a criança descobre o mundo, aprende se desenvolve. Os tipos de brincadeira e a forma de brincar se modificam de acordo com a etapa de desenvolvimento que a criança apresenta. A brincadeira auxilia no desenvolvimento global da criança.

A criança exercita e organiza o pensamento, a noção de individualidade, a linguagem, a necessidade de perseverar entre outros.

Na brincadeira a criança exprime seus medos, desejos, experiências. De forma simbólica o brinquedo torna-se um meio de expressão. Se o brincar é algo tão importante no desenvolvimento da criança, é também fundamental para o desenvolvimento da linguagem e da fala.

A adequada aquisição e desenvolvimento da comunicação dependem de vários fatores, entre eles: o biológico, o afetivo e o social. E foi dentro dessa visão que desenvolvemos o projeto é hora de brincar, num período onde muitas crianças estão em recesso escolar, mas algumas continuam em atividades por vários motivos.
Nessa semana faremos atividades mais lúdicas, buscando com isso uma interação maior.
Nosso objetivo maior é de fazer dessa semana uma semana diferente, atrativa, motivadora, lúdica.

Relação das atividades:


SESSÃO DE CINEMA. O FILME : OS TRÊS PORQUINHOS
BAÚ DE ROUPA
DIA DO BRINQUEDO.
TINTURAS NO PAPEL PARDO.
PASSEIOS
MÚSICAS
___________________________________________

MUITAS MUSICAS




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sexta-feira, 5 de junho de 2009

QUADRILHA DE SÃO JOÃO




Quadrilha...
· Caminho da festa:

os pares seguem atrás dos noivos, ini­ciando a dança e parando em determinado momento no centro terreiro.Anariê (do francês en arrière, para trás): as damas e os cavalheiros se separam (4 metros, aproximadamente), formando duas colunas.


· Os cavalheiros cumprimentam as damas:

eles se aproximam das damas, cumprimentando-as. Flexionam o tronco, mantendo a cabeça erguida, e voltam a seus lugares, caminhando de costas.


· As damas cumprimentam os cavalheiros:

elas repetem a evolução dos cavalheiros.Saudação geral: tanto as damas como os cavalheiros andam para a frente e, quando se encontram, cumprimentam-se.


· “Balancê” e “tur” (balanceio e giro):
damas e cavalheiros fazem o passo no lugar, balançando os braços naturalmente, e giram dançando juntos.

· Grande passeio:
as damas colocam-se à direita dos cavalheiros e os dois dão-se os braços. Do lado de fora o outro braço continua balanceando ao longo do corpo. Formam um círculo e seguem dançando. Quando o marcador anuncia nova evolução, a progressão cessa e os participantes fazem o que foi ordenado.

· “Changê” de damas (trocar de damas):
no grande passeio, os cavalheiros avançam e colocam-se ao lado da dama imediatamente à frente. Se for dito “mais uma vez”, repetem o movimento. Os comandos “passar duas” e “passar quatro” também são executados pelo cavalheiro.

· Olha o túnel:
os noivos, que estão na frente, param e elevam os braços internos para cima e, de mãos dadas, fazem o ­túnel. O segundo par flexiona o tronco, passa pelo túnel, coloca-se à frente dos noivos e eleva os braços, e assim sucessivamente, até que todos passem. Executa-se o passo no lugar durante essa evolução.

· Segue o passeio:
é a voz de comando para que o grande passeio continue.
· Caminho da roça:
as fileiras de damas e cavalheiros fundem-se, formando uma só coluna. O primeiro segura, com as mãos à altura dos ombros, as mãos de quem está atrás. Os demais colocam as mãos nos ombros de quem está à sua frente. A coluna progride, fazendo curvas para um lado e para outro, como se fosse uma serpente. O marcador da quadrilha continua dando voz de comando.

· Olha a chuva!: todos dão meia-volta.

· Já passou!: todos dão meia-volta novamente dizendo “ehh!”.

· Olha a cobra!:
as damas gritam e pulam, os cavalheiros procuram segurá-las em seus braços.

· É mentira!:
os “caipiras” ou “ matutos” continuam o passo e gritam “uhh!”.

· A ponte quebrou!:
todos dão meia-volta novamente.

· Já consertou!: voltam a dançar no outro sentido.

· Olha o caracol!: em coluna e com as mãos ainda sobre os ombros de quem está à frente, todos obedecem às ordens do marcador, que começará a descrever um percurso cheio de curvas que fazem lembrar o casco de um ca­racol.
Quando o marcador disser “desvirar”, o guia deverá fazer as curvas em sentido contrário, voltando a dançar em linha reta.

· Formar a grande roda:
os participantes da quadrilha dão as mãos formando uma grande roda e, ao ouvir a voz de comando “à direita”, “à esquerda”, deverão se deslocar no sentido determinado pelo marcador.

· Damas ao centro: as damas formam uma roda no centro e deslocam-se no sentido indicado pelo marcador.

· Coroa de rosas:
os cavalheiros, de mãos dadas, erguem os braços na vertical sobre a cabeça das damas, como se as coroassem, depois abaixam os braços passando-os pela frente, até a altura da cintura das damas, contornando-as. Fazem o passo no lugar durante a coroação.
Depois podem deslocar-se “à direita” e “à esquerda”.

· Coroa de espinhos: nesse momento, são as damas quem elevam os braços sobre a cabeça dos cavalheiros, coroando-os.

· Olha o grande passeio!: repetem a formação descrita anteriormente.Vai começar o grande baile.

· Olha a valsa dos noivos!: os noivos entram no centro da roda e dançam juntos.

· Olha os padrinhos!: os padrinhos dançam no centro da roda.

· Baile geral!:
todos os pares dançam no centro da roda.O grande baile está acabando.

· Vamos nos despedir do pessoal!: todos executam a evolução do grande baile e se retiram do centro do terreiro, despedindo-se das pessoas que estão assistindo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009





ESSE SITE QUE EU ACHEI É MARAVILHOSO VCS VÃO ACHAR MUITAS COISAS

SOBRE A FESTA DE SÃO JOÃO VALE A PENA CLICAR E CONFERIR.

terça-feira, 2 de junho de 2009

DIA DOS NAMORADOS

DIA DOS NAMORADOS






O dia dos namorados é uma data especial.


Seu surgimento foi em homenagem aos deuses Juno e Lupercus, conhecidos como os protetores dos casais. No dia 15 de fevereiro, faziam uma festa a estes, agradecendo a fertilidade da terra, os rapazes colocavam nomes de moças em papeizinhos para serem sorteados. O papel retirado seria o nome de sua esposa.
Como muitos casais apaixonados eram impedidos por suas famílias de casarem-se, um padre de nome Valentino passou a realizar matrimônios às escondidas, quando os casais fugiam, para que não ficassem sem receber as bênçãos de Deus.
Com isso, o dia 14 de fevereiro passou a ser considerado o dia de São Valentin (Valentine’s Day), em homenagem ao padre, sendo comemorado nos Estados Unidos e na Europa como o dia dos namorados.
A divulgação da data no Brasil foi feita pelo empresário João Dória, que havia chegado do exterior. Representantes do comércio acharam uma ótima ideia para aquecer as vendas e escolheram o dia 12 de junho para ser o dia dos namorados em nosso país. A data foi escolhida às vésperas do dia de santo Antônio, o santo casamenteiro.
As pessoas apaixonadas costumam presentear seus namorados ou cônjuges, a fim de mostrar todo o amor que sentem.
Nessa data, os casais saem para trocar presentes e comemorar, com um jantar romântico, a paixão que sentem um pelo outro, a afetividade e o amor, como forma de agradecer o companheirismo e a dedicação entre ambos.
Mas existem várias formas de comemorar o dia dos namorados. Mandar flores, cestas de café da manhã, uma cesta de happy hour para degustarem juntos, mensagens por telefone, serenatas, fazer uma pequena viagem, passar um dia em uma casa de relaxamento (SPA), dentre outras.
O importante é usar a criatividade e o romantismo!
Por Jussara de Barros Graduada em Pedagogia Equipe Brasil Escola

CURIOSIDADES DA FESTA JUNINA




CURIOSIDADES FESTA JUNINA


• A fogueira é acesa pontualmente às 18h, que é o horário da Ave Maria.
• Durante as festas juninas são realizados pequenos rituais (simpatias) destinados aos santos para que estes ajudem a realizar o pedido de cada um.
• As principais e tradicionais músicas tocadas durantes as festas são as músicas do “rei do baião” Luiz Gonzaga.
• A maior fogueira de festas juninas brasileiras está no município de São Paulo chamado Pirapozinho.
• A maioria das comidas servidas nas barraquinhas das festas são à base de milho em homenagem aos índios.
• Depois do carnaval, as festas juninas são as principais festas brasileiras.
• A maior festa de São João do mundo é realizada na cidade de Campina Grande (Paraíba).
• O nordeste brasileiro é a região que mais festeja São João.

SIMBOLOS DA FESTA JUNINA

Símbolos da Festa Junina





• Quadrilha: É uma dança francesa que se popularizou e se incorporou nas festas juninas.
• Pau-de-sebo: É um mastro de cinco metros coberto com sebo com um prêmio na ponta. Vence quem escalar o mastro e pegar o prêmio.


• Fogos de artifício: Serve para acordar São João e para espantar os maus espíritos.


• Fogueira: Serve para proteger contra os maus espíritos, para purificação do local e para homenagear e agradecer os santos.


• Casamento Caipira: Feito por causa da noiva que engravidou antes do casamento e seus pais obrigam o noivo a se casar.
• Mastro: Simboliza o desejo da fertilidade. Para isso, deve ser lançado junto ao mastro cabelos, unhas e sementes como manifestação do desejo.
ORIGEM DA FESTA JUNINA



A celebração da Festa Junina surgiu em conseqüência do solstício de verão na Europa, norte da África e Oriente Médio, período em que os povos celtas, bretões, sardenhos, bascos, persas, egípcios, sírios e sumérios realizavam rituais de fertilidade para favorecer o crescimento da vegetação e a fartura das colheitas. Apesar das celebrações serem consideradas pagãs, a Igreja Católica não poderia apagá-las da história dos povos, com isso, foram adaptadas às comemorações da festa de São João, que se originou no dia 24 de junho, dia do solstício.

Os dias de São João, Santo Antônio e São Pedro, são no mês de junho, por isso, as comemorações que ocorrem durante todo o mês foram denominadas de “Festa Joanina”, especialmente em homenagem a São João. Segundo alguns historiadores, o nome joanina teve origem nos países europeus católicos no século IV. Quando veio para o Brasil foi modificado para junina. A tradição de comemorar a Festa de São João foi trazida pelos portugueses, logo incorporada aos costumes dos povos negros e indígenas.



SIMPATIAS DE SÃO JOÃO



SIMPATIA DE SÃO JOÃO


Proteção e Alegria:


Encha uma bacia com água e adicione cravo, alecrim e manjericão. Deixe descansar. No dia de São João jogue a mistura do pescoço para baixo e peça proteção e alegria. Enxugue levemente.


Conhecer seu amor:

No dia de São Pedro, junte um pouco da comida servida no almoço e no jantar. Antes de dormir, prepare a mesa com uma toalha branca, o prato com a comida e os talheres e vá dormir. Em sonhos você conhecerá seu amor.


Arranjar namorado:

Pegue uma fita branca e uma vermelha e amarre em Santo Antônio. Enquanto dá os nós faça o pedido. Reze um pai nosso e coloque o santo de cabeça para baixo pendurado sob a cama. Só retire o santo quando alcançar a graça. Decidir com quem namorar: Na noite de São João, escreva o nome dos pretendentes em pequenos pedaços de papel e enrole. Jogue dentro de uma bacia com água. O que primeiro desenrolar será seu futuro namorado.


Quem morre primeiro:

Da fogueira de São João retire dois pedaços de carvão e jogue numa bacia com água. Se o maior carvão afundar o marido morre primeiro, se os dois pedaços afundares o casal morre junto e se os dois pedaços boiarem o casal viverá muito.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

RECEITA PARA FESTA JUNINA

Pamonha de milho verde

24 espigas de milho verde
Açúcar a gosto
Leite o quanto baste
Tire as palhas das espigas, reservando as que estiverem mais perfeitas; faça com elas saquinhos, costurados na máquina.
Rale todas as espigas dentro de uma vasilha funda, molhe com um pouco de leite quente (o suficiente para formar um caldo grosso) e adoce a gosto.
Encha os saquinhos com a massa, amarre as bocas e vá deitando-os em uma panela com água fervente.
Quando a palha ficar amarela, as pamonhas estão cozidas.
Retire-as da água e leve-as a escorrer numa peneira. Sirva frias, sem tirá-las dos saquinhos (*)

Trecho retirado do site Jangada brasil.

Cuscuz
1 coco ralado
1 xícara (chá) de leite
1 xícara (chá) de tapioca
Um pouco de erva-doce
Açúcar a gosto
Uma pitada de sal
Misturar duas colheres de coco com o leite e esquentar.
Reservar.
Misturar o coco, a tapioca lavada, o açúcar, o sal e a erva-doce.
Pôr numa cuscuzeira.
Ferver por quinze minutos.
Retirar e virar num prato.
Cobrir com a mistura de coco e leite.

Broa de fubá
2 colheres de manteiga
2 colheres de gordura
2 ovos
2 xícaras de açúcar
3 xícaras (chá) de leite
3 xícaras de fubá
1 xícara de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento bem cheia
Bata bem a manteiga, a gordura, o açúcar e as gemas.
Junte o leite, o fubá, a farinha de trigo peneirada, as claras batidas em neve e por último, o fermento.
Bata tudo muito bem, e leve ao forno em assadeira untada.

Pé-de-moleque
4 xícaras (chá) de açúcar
2 xícaras de Karo
5 xícaras (chá) de amendoim
Leve tudo ao fogo até dourar e, quando o amendoim começar a estalar, tire a panela do fogo. Junte uma colher das de sopa de bicarbonato e bata muito bem.
Despeje em uma assadeira ou mármore, untado com azeite, deixe esfriar um pouco e corte a gosto.


Pudim de Coco
1 lata de leite Moça
4 ovos batidos
1coco fresco ralado

Modo de fazer:
Ponha na lata ¾ de leite quente e leve a ferver com a metade do coco ralado.
Esprema, ponha na lata medida e complete com leite.
Misture os ovos no leite já frio, bata com o leite condensado e o resto do coco.

Contribuição de Maria Helena Araújo - Grupo KidFamí


Torta de Banana
Bate- se
2 xícaras de açúcar com 2 gemas e
3 colheres de sopa de margarina .
Junte uma xícara de leite e depois
2 xícaras de farinha de trigo ,
1 colher de sopa de fermento
e uma colher de café de sal e as claras em neve.
Espalhe esta massa num tabuleiro retangular médio untado com manteiga e farinha.
Coloque por cima fatias de banana prata povilhadas com açúcar e canela .
Ponha para assar em forno pré aquecido.




















Projeto Festa Junina


Justificativa:

Resgate Social, o qual procura exercer a cidadania através de ações concretas, solidárias e participativas, em benefício e melhoria de vida.

Este projeto está dividido em quatro etapas:

atividades em sala relacionadas à data, gincana, festa junina e festa junina solidária.
As duas primeiras etapas vão acontecendo ao mesmo tempo


Objetivos:

•Conhecer as características das festas junina

•Valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho e ao homem do campo;

•Promover interesse e participação na gincana e na festa junina;


•Compreender a história da festa junina, bem como seu valor dentro do folclore brasileiro, destacando seus aspectos sociais e religiosos;

•Perceber a importância do trabalho em equipe e a união do mesmo;
•Promover uma festa junina para uma creche;

Etapas do desenvolvimento:

Atividades em sala de aula

Os professores de todas as disciplinas participarão do projeto desenvolvendo atividades em sala relacionadas com a data que estamos comemorando.

De Educação Infantil a 1ª série:Português:

Explorar a leitura de textos informativos, de poesias, músicas juninas, de texto formal e informal, bem como quadrinhas, caça-palavras e cruzadinhas.

Montar um livrinho com as comidas e bebidas típicas juninas.

História:Conhecer a origem das festas Juninas e os Santos do mês.

Conhecer o significado das danças típicas da festa junina, como a dança do-pau-de-fitas, quadrilha e outras.Matemática e Ciências:
Conhecer as comidas típicas junina e explorá-las no que se refere à quantidades, preços, tempo de duração da culinária, medidas de massa e fração.Fazer, como culinária, algumas das comidas típicas.
Criar desafios envolvendo situações da festa junina, bem como a gincana que estamos desenvolvendo.Artes:
Produzir cartazes com as simpatias, receitas típicas e representaçoes
Projeto Festa Junina

Justificativa:

Favorecer a criança quanto à ampliação de seu universo lingüístico, pois a festa junina se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagens.

Objetivo Específico:

Possibilitar a criança conhecer um pouco sobre uma das festas tradicionais do Brasil, seus símbolos, Santos, pratos típicos, trajes e danças.
Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos.
Objetivos Gerais:

•Incentivar o trabalho cooperativo;
•Propiciar as crianças à participação em diversas brincadeiras;
•Valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho ao homem e a vida do campo;•Conhecer as características da festa;
•Conhecer os costumes e valorizar a tradição;
•Incentivar a apreciação pelas festas;
•Promover festa no C.E.I.Conteúdos:
•Poemas, músicas, convites, brincadeiras, dança de quadrilha, confecções de bandeiras, degustação de pratos típicos, trajes, etc.
•Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos;
•Participação em atividades que envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outras.Metodologia:
•Socialização do tema e do conhecimento que cada criança possui sobre ele;
•Letras em caixa alta com nome da festa: qual letra começa, quais as letras que tem, quantas letras tem, qual a última letra do tema, etc.
•Ensaio de dança/quadrilha;
•Confecção de convites p/festa;
•Confecção de balões de papel;
•Símbolos, Santos, origem da festa; (visualização da figura dos Santos – semelhanças e diferenças);
•Cantar e dançar músicas e canções de festa junina;
•Brincar de desfile (caracterização de um casal);
•Exploração de maquiagem;
Simular, e ensaiar casamento caipira;
•Degustação de pratos típicos: Amendoim, milho verde, batata doce, pipoca, pamonha, pé-moleque, etc.
•Jogo de bingo;
•Receitas com rótulos;
•Confecção de decoração;
•Localizar no globo os países que deram origem á festa: França e Portugal;
•Localizar no mapa Estado e cidades onde há maior concentração das festas;
•Brincadeiras de roda;
•Enfeites: Tamanho, metros, formas geométricas, quantidade de enfeites;No pátio:
•Construir fogueira;
•Simular pular fogueira;
•Brincar de cabo de guerra; cobra cega, corrida do saco, boliche.
Na brinquedoteca:
•Confecção de docinho p/degustação: beijinho, cajuzinho, pé-moleque, maria - mole.
•Confecção de livro de receitas;
•Confecção de material de pesca;
•Confecção de cavalo e vaga, tamanho grande, com suas partes separadas, crina, rabo, patas, olhos, boca, orelhas, chifres.(), para brincadeira no dia da festa.
•Confecção de pista p/derrubar bonecos; (Jogo).Na cozinha:Bolo fubá, cenoura e chocolate, cachorro quente, quentão, canjica.
Recursos:Livro recreio;
CD’s, aparelho de som,
papeis diversos,
cola, tesoura,
caixa de papelão,
chapéus,
maquiagem,
giz cera,
tinta guache,
sulfit mimeografada,
corda, argola,
saco estopa,
área, anzol, faixa tecido,
jogo boliche, dardos de flecha, bolinhas plásticas,

forminhas de papel, prendas e brindes,
produtos para docinho, pratos típicos,
Avaliação
Será observados, o interesse da criança, e sua participação nas atividades propostas durante o desenvolvimento do projeto e a participação na festa.

esses dois projetos são da minha amiga; Andreza S F Melo