domingo, 19 de setembro de 2010

TEMA: Meio ambiente

OBJETIVO GERAL:

Conscientização dos alunos para a importância do Meio Ambiente para a vida do
Planeta.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

- analisar o lugar em que vivemos
- estabelecer o respeito ao espaço próprio, ao espaço ambiental e ao espaço coletivo;
- compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e
agente da transformação do mundo em que vive;
- identificar-se como parte integrante da natureza;

JUSTIFICATIVA:
“O homem surgiu há pouco mais de um milhão de anos e povoou a Terra em
ritmo muito lento, tendo de enfrentar tempestades, pragas, doenças e animais ferozes, em uma luta contínua com a natureza.
Foi graças à sua inteligência que ele sobreviveu e há pouco mais de cem anos,
com as conquistas tecnológicas e científicas, se tornou capaz de responder mais facilmente aos desafios da natureza. A partir daí, o crescimento populacional passou a ser muito maior e o domínio do homem sobre a natureza aumentou cada vez mais. Começaram, então, os problemas. A exploração dos chamados “recursos naturais” passou a ser muito intensa, a ponto de ser impossível renová-los.” apud Ofício do Professor, 2002, p.3.
Por isso, resolvemos a partir deste projeto discutir em sala de aula as questões que
se relacionam com o Meio Ambiente e conseqüentemente.
Qualidade de Vida, pois acreditamos que a principal ferramenta para a preservação do meio ambiente e da vida do homem é o conhecimento; somente com cidadãos bem informados e conscientes poderemos enfrentar este grande desafio para o bem do futuro da humanidade.

CONTEÚDOS:
Língua Portuguesa
- interpretação de texto;
- produção textual;
- vocabulário;
- leitura;
- oralidade;
- diferentes tipos de texto.
Matemática
- sistema de numeração decimal;
- operações (subtração, adição);
Ciências
- água;
- animais;
- poluição;
- higiene.
Estudos sociais
- O lugar onde vivemos
Artes
- música;
- contação de história;
- desenho.
Tema: Interpretação textual e atividades relacionadas ao índio.

Objetivos: - Conhecer alguma palavras indígenas e seus significados.
- Trabalhar interpretação textual e leitura oral.
- Escrever palavras no dicionário e fazer o desenho representativo.
- Trabalhar a oralidade através da musicalização.

Metodologia:
- Levar a música escrita no papel pardo, cantar a música e fazer uma interpretação e leitura oral.
- Destacar algumas palavras da música para que escrevam no dicionário e façam o desenho representativo.
- Fazer no quadro separação silábica com as palavras indígenas para copiarem no caderno.
- Pintar sobre o desenho da música. Recursos pedagógicos: Papel pardo, copinhos plásticos, mate leão, amendoim, batata doce, aipim, milho, banana, cesta,f olha de bananeira, figuras representando índios e algum objeto que represente um leão, um índio e uma índia.
Tema: Leitura e interpretação

Objetivos: - Interpretar as escritas dos nomes dos colegas de turma;
- Identificar a escrita do próprio nome, bem como, de palavras;

- Interpreta textos oralmente.

Conteúdos: Língua Portuguesa: gramática e oralidade.

Artes: desenho

Metodologia:

-Em uma roda no chão, colocar no centro crachás com o nome de cada criança virado para baixo.
A criança chamada deverá virar um crachá, ler o nome e entregar para o colega;
- Dividir a turma em grupos de 4 e com o alfabeto móvel cada criança de verá montar seu nome e palavras sugeridas, retiradas do texto que será trabalhado com eles. A última palavra sugerida deverá ser FOCA, para que se possa rapidamente conversar sobre o animal e introduzir a música;
- Ouvir a música “A Foca” da Arca de Noé com o aparelho de CD;
- Apresentar um cartaz com a letra da música para incentivá-los e ensiná-los a cantar, trabalhando a oralidade;
- Brincadeira da batata quente: enquanto a música toca, as crianças vão passando um saco com palavras retiradas do texto, quando parar a música a criança deve retirar uma palavra do saco e ler em voz alta;
- Trabalhar interpretação textual oral com registro coletivo escrito;
- Escolher algumas palavras retiradas o texto para serem escritas no dicionário com seu respectivo desenho;
- Como atividade final, propor as crianças que façam o desenho da música para o livro de música.

Recursos:
- Crachás com o nome das crianças;
- Alfabeto móvel;
- CD Arca de Noé;
- Cartaz com a letra da música;
- Aparelho de som;
- Saco de pano para a brincadeira da batata-quente;
- Dicionário;
- Letra da música digitada em papel A4.
Avaliação:
Durante todas as atividades, será observada a leitura e escrita das crianças.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

UM POUQUINHO DA NOSSA HISTÓRIA..


de Caxias. O governo federal proclamou, em 1962, Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias) "patrono do Exército brasileiro". O dia do seu nascimento, 25 de agosto, é considerado, portanto, o Dia do Soldado.


Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, (Porto da Estrela, 25 de agosto de 1803 — Desengano, 7 de maio de 1880) filho do brigadeiro e regente do Império, Francisco de Lima e Silva, e de Mariana Cândida de Oliveira Belo. Foi um dos mais importantes militares e estadistas da história do Brasil, responsável por importantes ações militares "pacificadoras" em movimentos revoltosos internos. Reprimiu os movimentos contra a escravidão.

Luís Alves de Lima e Silva desde cedo ingressou na vida militar. Teve intensa carreira profissional no Exército, ascendendo ao posto de marechal-de-campo aos trinta e nove anos de idade.

Participou das lutas da Independência, em 1822-1823, do esforço pela manutenção da ordem pública na capital do Império, após a abdicação de Pedro I, em 1831, e dominou os movimentos revoltosos da Balaiada, no Maranhão (1839), dos liberais Revolução Liberal em Minas Gerais e São Paulo (1842) e a Farroupilha, no Rio Grande do Sul (1845). Sua atuação aliou ação militar com habilidade política, respeitando os vencidos. Contribuiu, assim, para a consolidação da unidade nacional brasileira e para o fortalecimento do poder central.

Na terceira vez em que ocupou a presidência do Conselho apaziguou os conservadores, divididos no que dizia respeito à questão da escravatura, encerrou o conflito entre o Estado e os bispos ("questão religiosa") e iniciou o aperfeiçoamento do sistema eleitoral. Em reconhecimento aos seus serviços, o Imperador Pedro II agraciou-o, sucessivamente, com os títulos de Barão, Conde, Marquês e Duque.



sexta-feira, 30 de julho de 2010

ORIGEM DIA DOS PAIS


"Não me cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai." (Sigmund Freud).

A origem do dia do pai ou dia dos pais é muito anterior a nossa era atual, diferente das demais datas comemorativas que foram criadas para ajudar o comércio, o dia dos pais era comemorado na antiga Babilônia. Conheça a história, origens e tradições dessa data comemorativa.

Segundo a Enciclopédia Livre Wikipédia, o Dia do Pai tem origem na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu moldou e escupiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.

Em 1909 Sonora Louise Dodd, filha do veterano da Guerra Civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão de sua mãe, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Sonora, de Washington, queria um dia especial em homenagem ao pai, que viu sua mulher dando a luz ao sexto filho, tendo que criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém; foi destemido e amável. Então, já que John Bruce Dodd, pai de sonora, nascera no mês de Junho, ela escolheu celebrar o primeiro Dia dos Pais em Spokane, Washington, no dia 19 de junho de 1910.

Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro Domingo de Junho como o Dia dos Pais.

SITE INTERESSANTES SOBRE O DIA DOS PAIS

http://www.esoterikha.com/presentes/como-surgiu-o-dia-dos-pais-origem.php

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O lúdico na educação infantil

O lúdico na educação infantil






No processo da educação infantil o papel do professor é de suma importância, pois é ele quem cria os espaços, disponibiliza materiais, participa das brincadeiras, ou seja, faz a mediação da construção do conhecimento.
A desvalorização do movimento natural e espontâneo da criança em favor do conhecimento estruturado e formalizado ignora as dimensões educativas da brincadeira e do jogo como forma rica e poderosa de estimular a atividade construtiva da criança. É urgente e necessário que o professor procure ampliar cada vez mais as vivências da criança com o ambiente físico, com brinquedos, brincadeiras e com outras crianças.
O brincar, compreendido sob a ótica do brinquedo e da criatividade, deverá encontrar maior espaço para ser entendido como educação, na medida em que os professores compreenderem melhor toda sua capacidade potencial de contribuir para com o desenvolvimento da criança.
É fundamental que os professores tenham conhecimento do saber que a criança construiu na interação com o ambiente familiar e sociocultural, para formular sua proposta pedagógica. Entendemos, a partir dos princípios aqui expostos, que o professor deverá contemplar a brincadeira como princípio norteador das atividades didático-pedagógicas, possibilitando às manifestações corporais encontrarem significado pela ludicidade presente na relação que as crianças mantêm com o mundo.
A criança, o brinquedo e a educação devem seguir juntos na construção do conhecimento.
Porém essa perspectiva não é tão fácil de ser adotada na prática. Podemos nos perguntar: como colocar em prática uma proposta de educação infantil em que as crianças desenvolvam, construam/adquiram conhecimentos e se tornem autônomas e cooperativas?
O caminho que parece possível implica pensar a formação permanente dos Profissionais que nela atuam.
É preciso que os profissionais de educação infantil tenham acesso ao conhecimento produzido na área da educação infantil e da cultura em geral, para repensarem sua prática, se reconstruírem enquanto cidadãos e atuarem enquanto sujeitos da produção de conhecimento. E para que possam, mais do que "implantar" currículos ou "aplicar" propostas à realidade da creche/pré-escola em que atuam, efetivamente participar da sua concepção, construção e consolidação. (KRAMER MEC/SEF/COEDI, 1996 p.19).



LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL




O lúdico é o parceiro do professor.

Brincar hoje nas escolas está ausente de uma proposta pedagógica que incorpore o lúdico como eixo do trabalho infantil. Esse resultado, apesar de apontar na direção das ações do professor, não deve atribuir-lhe culpabilidade.


Ao contrário, trata-se de evidenciar o tipo de formação profissional do professor que não contempla informações nem vivências a respeito do brincar e do desenvolvimento infantil em uma perspectiva social, afetiva, cultural, histórica e criativa.
É rara a escola que invista neste aprendizado. A escola simplesmente esqueceu a brincadeira, na sala de aula ou ela é utilizada com um papel didático, ou é considerada uma perda de tempo.
Há um bom tempo, as escolas dão o devido valor ao brincar. Valorizar neste caso significa cada vez mais levar o brinquedo para a sala de aula e também promover os profissionais de conhecimentos para que possam entender e interpretar o brincar, assim como utilizá-lo para que auxilie na construção do aprendizado da criança.
Para que isso aconteça, o adulto deve estar muito presente e participante nos momentos lúdicos.
Quem trabalha na Educação de crianças deve saber que podemos sempre desenvolver a motricidade, à atenção e a imaginação de uma criança.
Em qualquer época da vida de crianças e adolescentes e porque não de adultos, as brincadeiras devem estar presentes.
Brincar não é coisa apenas de crianças pequenas, erra a escola ao subsidiar sua ação, dividindo o mundo em lados opostos: de um lado o jogo da brincadeira, do sonho, da fantasia e do outro: O mundo sério do trabalho e do estudo. Independente do tipo de vida que se leve, todos adultos, jovens e crianças precisam da brincadeira e de alguma forma de jogo, sonho e fantasia para viver.
A capacidade de brincar, abre para todos: crianças, jovens e adultas, uma possibilidade de resolver enigmas que os rodeiam. A brincadeira é o momento sobre si mesmo e sobre o mundo, dentro de um contexto de faz-de-conta. Nas escolas isto é muitas vezes esquecido.
Observo então que na escola não há lugar para o desenvolvimento global e harmonioso em brincadeiras, jogos e outras atividades lúdicas. Ao chegar à escola a criança é impedida de assumir sua corporeidade, passando a ser submissa através de horas que fica imobilizada na sala de aula. Sendo assim, para o aluno se auto-realizar é quando eles atingem seus objetivos preestabelecidos com o máximo de rendimento e o mínimo de investimento de energia. Então o conceito de auto-realização tem a ver com a eficácia pessoal.
Então quando o professor organizar suas atividades de aula, deve selecionar aquelas mais significativas para seus alunos. Em seguida o professor deve criar condições para que estas atividades significativas sejam realizadas.
Destaca-se a importância dos alunos trabalharem na sala de aula em grupos, interagindo uns com outros, e este trabalho coletivo facilitará o próprio autodesenvolvimento individual. Cabe ao professor em sala de aula estabelecer metodologias e condições para desenvolver e facilitar este tipo de trabalho. A identidade do grupo tem como resultado a integração de atividades mais amplas e profundas, como do tipo de liderança, respeito aos membros, condições de trabalho, perspectivas de progresso, retribuição ao investimento individual, compreensão e ajuda mútua, aceitação. São estas as qualidades que devem ser trabalhadas pelos professores e este deve estar atento principalmente ao componente com o qual o corpo dialoga através do movimento: a afetividade. A afetividade é um valor humano que apresenta diversas dimensões: amor, respeito, aceitação, apoio, reconhecimento, gratidão e interesse. Brincadeira e aprendizagem são consideradas ações com finalidades bastantes diferentes e não podem habitar o mesmo espaço e tempo. Isto não está certo, O professor é quem cria oportunidades para que o brincar aconteça, sem atrapalhar as aulas. São os recreios, os momentos livres ou as horas de descanso.
No entanto constata-se que é através das brincadeiras que a criança representa o discurso externo e o interioriza, construindo seu próprio pensamento. O adulto transmite à criança uma certa forma de ver as coisas.
Quando se apresenta vária coisa ao mesmo tempo, ou então por tempo insuficiente ou excessivo, estamos desestimulado o estabelecimento de uma atitude de observação.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL



“Pontuar música na educação é defender a necessidade
de sua prática em nossas escolas, é auxiliar o educando a
concretizar sentimentos em formas expressivas; é auxiliá-lo a
interpretar sua posição no mundo; é possibilitar-lhe a
compreensão de suas vivências, é conferir sentido e significado
à sua nova condição de indivíduo e cidadão.” Zampronha
(2002, pg120)


Por atender a diferentes aspectos do desenvolvimento humano, a música tem como função ser um agente facilitador integrador do progresso educacional. Não basta, porém, simplesmente colocá-la no currículo. Já basta o Brasil, que tem muita coisa no papel e pouco em prática.
Do ponto de vista da psicologia, a música é uma forma de comportamento humano, em suas relações com o meio físico e social. Ao colocar na sala de aula, uma música mais agitada, é comum vê os alunos dançando, sorrindo mais, pulando, falando, gesticulando. O oposto é notado quando se coloca uma música mais lenta, ou instrumental conforme comenta Bréscia (2003).
Foi interessante quando coloquei certa vez, uma música instrumental na classe, e uma criança me perguntou - Cadê a música? - respondi a ela que já estava sendo tocada.
- Mas ninguém canta!. Achei engraçado, porém expliquei que existem vários tipos de música, inclusive as que não possuem voz humana, só a voz dos instrumentos.
Esse, creio eu, é o princípio do conhecimento dos gêneros musicais, mostrando as músicas de vários países, e as do nosso, valorizando-as, distinguindo-as e sabendo escolhê-las, elegendo qual é apropriada para o momento, ou mesmo para se refletir a
vida.
O ambiente da educação infantil é repleto de repertórios musicais. Muitos professores utilizam a música de maneira errada, quando não dominam esse assunto.
Desprezam-se os sons da natureza; despreza-se o silêncio, que é um componente da
música, como já fora relatado.
Demasiadas vezes, ao entrar em alguma classe (inclusive a minha, tempos atrás), ouvimos aquele som alto, as crianças gritando mais alto ainda, ferindo os limites dos decibéis, agitando, tanto as crianças como o docente, em momentos que não são de agitação.
É comum ouvir entre educadores que a música desperta a criatividade, propicia momentos para que a criança se expresse etc. Porém, uma mesma música pode ou não vir de encontro com esses objetivos, depende da maneira como é colocada.

Se utilizarmos, por exemplo, a seguinte música:


“Caranguejo não é peixe...
Caranguejo peixe é...
Caranguejo só é peixe,
Na enchente da maré!
Olha palma, palma, palma...
Olha o pé, pé, pé...
Olha roda, roda, roda...
Caranguejo peixe é!!!!!!!!!!!”
(Autor desconhecido)


Ao colocar gestos e condicionar a criança a fazê-lo sempre da mesa forma, os objetivos propostos acima não são efetivados. Ao contrário, se for proposto que as crianças criem os gestos, a coreografia, enfim, por mais que a música seja sugestiva, posso dizer que um primeiro passo já foi dado. Como a criança vai despertar e usar sua criatividade se ela já recebe tudo pronto? Para compreender melhor isso, basta olhar para o exemplo do desenho livre. A criança aprimora seus traços à medida que lhe vai sendo oportunizado desenhar livremente, o contrário aos desenhos prontos. Não que estes últimos serão excluídos, mas tem que deixar que a criança tenha realmente o tempo para criar o seu desenho.

Da mesma forma acontece com a música. Temos a mania de levar a música com os gestos todos prontos... Porque não deixar que a criança invente sua música? Mude a coreografia? Será que realmente damos oportunidade à criança para criar?
Outro equívoco que se comete também, é o de não atentar-se à letra da música.
Às vezes ela pode ter uma melodia gostosa, pode possibilitar uma coreografia linda, mas é excludente, ou fora da realidade, como por exemplo, quando fala de comida, ou de família.
Canto com as crianças, porém com receio a música: Na sala de aula, não deve prevalecer somente o que o educador traz. Os alunos também trazem músicas ou criam mediante uma situação, seja ela boa ou ruim, respeitar a bagagem da criança;deixar a criança no centro do processo e o professor como mediador e não como ator principal.
Como já disse, ouvir os sons do ambiente é uma atividade muito interessante, pois permite trabalhar percepção espacial, órgãos do sentido, etc. A criança pode construir um repertório de sons que ela ouve de casa até a escola, ou um repertório dos sons que ela gosta.
Devido a alguns acontecimentos na minha sala de aula, fui orientada pela direção a agir de uma maneira construtiva quando a criança trouxer para a escola, CD, ou uma música que aprendeu, ou uma música que a família aprecia. Ou seja, não posso recusar o que a criança traz, por mais que o conteúdo seja impróprio. Mesmo porque às vezes nem a família, nem a criança, pararam para refletir sobre o que está sendo
cantado.
Fui orientada mediante esta situação, discutir, interpretar a letra da música com as crianças, e perguntar se esta música é apropriada ou não, assim a criança vai criando o hábito de discernir o que é útil, e o que é fútil.
Dentro do trabalho com a música, é importante que se faça um trabalho com sons, com as propriedades da música: altura, intensidade, tempo, ritmo, timbre, memória tonal. A criança sem saber, já faz uso de algumas dessas propriedades sem mesmo saber que o faz, sem saber que quando o faz, repete um gesto muitas vezes cultural, que implica na sua expressão como por exemplo: quando a criança quer contar um segredo ela cochicha, quando quer cantar parabéns, canta em alto som, feliz com o aniversário.
A música também auxilia na fase de adaptação à escola, ou mesmo na comunicação não verbal. Crianças de educação infantil, muito pequenas, tendem a retrair-se e não ter contato com ninguém. Não falam, não murmuram, no máximo emitem sons com um determinado ritmo. Muitas vezes o educador conversa com essa criança, por meio de uma comunicação não verbal, ele tenta murmurar como a criança e vai conseguindo promover uma adaptação desta criança.
Na brincadeira, nesse murmurar, a criança já vai compreendendo, incorporando que naquele lugar não tem perigo, que ela pode confiar no educador, na equipe da escola, nos amigos. Creio durante o período de adaptação da criança ocorram situações em que “A música sempre induz movimentos afetivos, que se processam na escuta por meio da vivência de estruturas que existem em nível de texto nela própria.” ZAMPRONHA (2002, pg 24).
É preciso atentar-se aos medos que o educador “enfrenta”, quando vai cantar na sala de aula. Lembro-me que na disciplina de produção e conhecimento da matemática falei em um seminário, que por volta dos cinco, seis anos, a criança começa a despertar repúdio pelo erro. Teme errar, às vezes se retrai, deixa de fazer uma atividade para não correr o risco de errar.
Com a música, nós adultos passamos pelo mesmo problema: evitamos cantar, temendo o “constrangimento de desafinar”. Portanto, é importante saber que a afinação é um conceito social, que a sociedade constrói e que isso não deve ser motivo para não fazer uso da música, ou usar somente CD em sala de aula.
Música não é questão de dom, como nos ensina Craidy (2002), mas sim de hábito, assim como podemos adquirir o hábito pela leitura, também podemos fazê-lo com a música. Incentivar as crianças a produzir suas músicas é muito interessante.
Assim como construir seu próprio instrumento musical. Acredito que o gosto e o hábito pela música podem crescer beneficiando a criança, tornando a aula mais rica.
Quando falo em construção de instrumentos musicais, penso no que foi dito anteriormente, sobre a questão da interdisciplinaridade. Embora na educação infantil, não ocorra a segmentação de disciplinas (português, matemática, etc.), o educador quando vai trabalhar um projeto, o elabora, pensando o que está trabalhando com aquela sala de aula.
A educação infantil para mim, é a melhor escola para o professor entender o que é interdisciplinaridade. Eu aprendi a trabalhar interdisciplinarmente depois que comecei a lecionar no curso de educação infantil. Faculdade nenhuma, magistério nenhum, ensina o que é interdisciplinar como a educação infantil.
Quando for trabalhar com instrumentos musicais, Bréscia (2003), sugere que o educador também o possa fazer de maneira mais lúdica, mais prática, fazendo a criança experimentar em cima de cada instrumento, permitindo que ela crie seu som, sua música. A classe pode até criar uma canção em cima dos instrumentos que conheceu, a partir da experiência que tiveram com cada um. Uma música que a professora pode usar como recurso, é a do mestre André:


“Foi na loja do mestre André,
Que eu comprei um pianinho,
Plin, plin, plin um pianinho.
Ai olé, ai olé
Foi na loja do mestre André (bis)”


E a música continua com outros instrumentos, imitando seus sons, e até mesmo, com os instrumentos seguindo o ritmo da música.
Manusear os instrumentos, assim como criá-los, criar coreografias também é trabalhar com música. Muitos pensam que música é só cantar! Mas ela vai além, pois permite experiências concretas, desde experimentar o instrumento, assim como criá-lo, separar os instrumentos por sons, seriá-los. Isso também auxilia no desenvolvimento cognitivo da criança.
A música enquanto linguagem deve ser trabalhada na sala de aula, quando se faz um trabalho vocal, jogos rítmicos, ou que contenham som, movimento, dança ou os de improvisação. Outra atividade que pode ser realizada na educação infantil é a sonorização de histórias, sugere a autora citada no parágrafo anterior.
Qualquer material sonoro pode ser utilizado para fazer música. Sendo assim, Brito (2003) considera que qualquer propagador de som, pode ser chamado de fonte sonora. Na educação infantil, ao se trabalhar com música, deve-se reunir grande quantidade de fonte sonora. Inclusive pode ser mostrado às crianças, o filme Tarzan. Neste filme há uma cena em que os gorilas fazem som utilizando objetos dos humanos.
É um meio de se produzir música. É interessante utilizar instrumentos bonitinhos, mas a improvisação também envolve isto.
Além dos instrumentos temos também um recurso muito potente, muito conhecido e muito utilizado, não só na música, mas durante toda a nossa vida: a VOZ!
Nossa capacidade de produzir som é muito grande e muito significativa desde a mais tenra idade. Os bebês, por exemplo, se comunicam pelo choro, além de reproduzir sons vocais que ouvem.
O trabalho com a voz deve envolver brincadeiras, onomatopéias, ruídos, reproduzir o som das vogais e das consoantes (pondo ênfase na formação labial), esse trabalho implica na escolha de um local apropriado, acolhedor, que não comprometa a voz infantil. Esta, por sua vez, deve ser alvo de observação do professor, a fim de verificar se a criança tem voz rouca, se faz força para falar, se grita ao invés de falar. Nesses casos, a criança deve ser encaminhada para uma pessoaespecializada no assunto, para que se verifiquem eventuais problemas e estes sejam solucionados.
É muito importante embalar o bebê e cantar ao mesmo tempo. Nesse caso a música terá a função de relaxamento e possibilitará ao bebê um sono tranqüilo. No entanto, quando cantar “cantiga de ninar” ou acalantos, atenção... pois em geral suas letras mais ameaçam a criança doque a tranqüilizam. Ainda bem que quando criança não me atentei às letras. Vejamos um exemplo:


“Nana, nenê
Que a cuca vai pegar!
Papai tá na roça,
Mamãe no cafezá!
Bicho papão
Sai de cima do telhado
Vem ver esse menino,
Dorme um sono sossegado!”



Neste gênero, é de grande valia que o professor resgate as brincadeiras tradicionais, e as mostre às crianças, tanto da sua infância, quanto dos pais delas. Num dia de integração com a família, isso pode ser vivido na prática, discutindo com a criança a diferença do brincar de hoje, com o de antigamente; onde não havia tantos brinquedos eletrônicos, que praticamente nem precisam da criança, pois ele faz tudo sozinho, com apenas um toque no botão “on”. Refiro-me a esta atividade de integração pois já realizei esta experiência na escola onde leciono. A improvisação, por sua vez, tem de se fazer presente por contemplar conteúdos simbólicos, sensório motores.
“Na maior parte dos casos elas (crianças) improvisam, cantando e contando histórias, casos etc. Algumas vezes, no entanto, podem fixar e repetir muitas vezes a mesma ‘invenção’.
É importante estimular a atividade de criação, e, a princípio, é preferível deixar que a criança invente – letra e melodia – sem a interferência do adulto. Podemos, no entanto, sugerir temas,... ou ajudar a organizar as idéias das crianças,... com o cuidado de não conduzir a composição para o modo adulto de perceber e expressar.”

A história tem que fazer parte do cotidiano das crianças, pois desenvolvem a linguagem oral,ampliando o vocabulário, segundo a autora acima citada. Sonorizar a história adeixamelhor, desperta a atenção de bebês e crianças. Porém é preciso entonação, sabendo mudá-la cada vez que muda cada parte da história, o personagem, ou o “clima da história” (descontraído, suspense, medo, alegre).

Porém não precisa de nenhuma graduação em arte para isso! Não é tão complicado como parece! Para tanto, há de escolher com carinho a história a ser contada e também, se preferir,além de sonorizá-la, pode contar com a ajuda de alguns objetos do cotidiano, como faca,garfo, copo, como passava a um tempo atrás na TV Cultura!
O trabalho com a música é de inúmeras possibilidades, basta que a criança e professor usem sua criatividade.

COMPORTAMENTO DAS CRIANÇAS

Comportamento

Agressividade das crianças


Quando falamos em bebês e crianças pequenas logo vem aquela vontade de estar perto deles, apertá-los, brincar com eles, pois além de serem fofos, trazem uma sensação de conforto e paz muito boa.

Mas, às vezes, nos deparamos com os "pitbebês", aqueles que dá medo até de chegar perto: eles adoram bater, gritar, morder. Como pode uma criança tão pequenina mostrar um comportamento tão agressivo?

É claro que os bebês não são culpados por essas reações, na maioria dos casos eles agem por instinto. Freud, em sua teoria da personalidade, já dizia que, ao nascer, o homem tem apenas a primeira estrutura, o Id, que representa os instintos.

Nos primeiros anos de vida precisamos ser atendidos imediatamente em nossas necessidades, e é exatamente isso que os bebês procuram. Bebês vão em busca de resultados rápidos, são impacientes.

Alguns psicólogos dizem que há evidências suficientes de que a agressão é uma reação predominante, senão inevitável, à frustração. E vale observar que os bebês têm dificuldades em controlar suas emoções nesta fase.

Uma criança extremamente dependente poderá ficar muito frustrada e agressiva por causa de uma breve ausência da mãe, o que pode representar para uma outra criança, mais independente, uma carência suportável. No entanto, a criança mais independente poderá se sentir muito mais frustrada e passar a agredir o amigo pelo fato desse amigo ter assumido a liderança de uma brincadeira no recreio.

Assim sendo, a reação de cada um vai depender muito da personalidade da pessoa, embora a educação que seu filho recebe dentro de casa e até mesmo na escola, possa ser uma das causas desse estranho comportamento.

É muito comum encontrar pais que, por receio de que seus filhos se tornem crianças muito passivas, estimulam e reforçam positivamente os atos agressivos: "Filho, você tem que aprender a se defender. Quando um amiguinho te bater, você deve fazer o mesmo".

Muitos pais, ao verem seus filhos chorar e espernear por não tolerar alguma contrariedade, acabam cedendo a todas as vontades do filho. A cada vez que situações como essas acontecem, a criança aprende que funciona gritar, espernear e chutar para conseguir o que quer, e acaba repetindo esse comportamento.

É importante que os pais tenham uma ação segura e firme, porém carinhosa que ajude a criança a estruturar seu ego e controlar seus acessos de raiva de forma mais rápida. Tente fazer com que seu filho compreenda que cada ação provoca uma reação, que poderá ser de aprovação ou de restrição.

Por isso, às vezes, deixar de fazer algo que a criança goste muito também funciona, pois ela vai perceber que não consegue tudo que quer agressivamente. Além de aprender a ouvir o não, o que é muito difícil entre as crianças. O melhor é ir acostumando a criança desde pequena a respeitar as decisões dos pais. Mas tome cuidado para não exagerar nas proibições!

CREDITOS Rafaela Rosas
SITE http://guiadobebe.uol.com.br/bb1a2/agressividade_das_criancas.htm

terça-feira, 15 de junho de 2010

TEMA DA COPA DO MUNDO 2010




Wavin' Flag (Tema da Copa do Mundo)
Skank
Composição: Skank/Coca-Cola
Gooool ôôô Goooooollll
Brasil!
Gooool ôôô Goooooollll
Give me freedom,
Give me fire,
Give me reason
Take me higher,
See the champions
Take the field now,
Unify us,
Make us feel proud
In the streets our
Hands are lifting,
As we lose our,
Inhibition,
Celebration
It surrounds us,
Every nation
All around us,
Staying forever young
Singing songs underneath the sun,
Let's rejoice in the beautiful game,
And together at the end of the day,
We all say,
When I get older
I will be stronger
They'll call me freedom
Just like a Wavin Flag
Then wave your flag
Then wave your flag
Then wave your flag
Ô Ô Ô

When I get older
I will be stronger
They'll call me freedom
Just like a Wavin Flag
Then wave your flag
Then wave your flag
Then wave your flag
Ô Ô Ô
Gooool ôôô Goooooollll
Brasil!
Gooool ôôô Goooooollll
Gol de placa
de trivela
no cantinho
pra desempatar
É de letra
de cabeça
bicicleta
pra comemorar
A bola vai rolar
entre a camisa e o coração
grito lá do fundo então
é campeão, é campeão
E quando ela rola
o mundo para
só na torcida
sem respirar
E quando ela passa
pelo goleiro
O Brasil inteiro
vai comemorar,
comemorar
Then wave your flag
Then wave your flag
Gooool ôôô Goooooollll
Brasil!
Gooool ôôô Goooooollll
E quando ela rola
o mundo para
só na torcida
sem respirar
E quando ela passa
pelo goleiro
O Brasil inteiro
vai comemorar,
comemorar
Then wave your flag
Then wave your flag
Gooool ôôô Goooooollll
Brasil!
Gooool ôôô Goooooollll

CRIANÇA !!!!


segunda-feira, 14 de junho de 2010

PREMIO

Nova participante:
Blog da PROFESSORA SANDRA NADIA está concorrendo ao prêmio Top Blog!
http://www.topblog.com.br/2010/index.php?pg=Busca&c_b=27106334

AMIGAS VOTE NO MEU BLOG É SÓ CLICAR.. AO LADO

OBRIGADA. BJS

quarta-feira, 26 de maio de 2010




esse selinho eu ganhei da amiga Jeanne do blog
http://www.espacodeeducar.blogspot.com/


Para LeVar É preciso:
* Postar o selinho no Seu blog
* Dizer o Que Te Deixa triste E O Que Te Deixa Alegre
* Amigas blogueiras 5 Indicar e Avisa-las.


- O Que Deixa-me triste Ser enganada .
- O Que me Deixa Alegre São meus filhos, Meus alunos, Minha mãe e irmãos.
Fico feliz demais QUANDO ganho selinhos !!!!!!!


O Troféu vai parágrafo:


http://www.cantinhodaeducacaoinfantil.com.br/
http://algodaodocebiscuit.blogspot.com/
http://amigasdaedu.blogspot.com/
http://meujardim2009.blogspot.com/
http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com/

bjs adorei

terça-feira, 11 de maio de 2010


Por que uma criança precisaria da ajuda de um psicólogo?
Cinthia Dutra


Esta pergunta me é feita constantemente por pais e pessoas em geral não ligadas ao trabalho com crianças. Talvez, o mais correto fosse perguntar: "por que uma criança NÃO precisaria da ajuda de um psicólogo?". Excetuando os casos de patologias graves, em que é "aceitável" um acompanhamento psicológico, os adultos em geral não entendem como é que crianças, "seres tão puros, livres de problemas, que vivem num mundo colorido, sem preocupações", podem necessitar de psicoterapia. Esquecem-se de que as crianças também sofrem. Crianças sentem medo (muito mais do que imaginamos), angústia, preocupação, rejeição, e até depressão.
Muito cedo, as crianças aprendem que vivem num mundo cheio de contradições, e a forma que desenvolvem para lidar com este mundo, a maneira como vão existir nele, é muito particular: muitas se saem bem, outras não.
A investida das crianças é em direção ao crescimento. Quando encontram obstáculos a este crescimento (que podem ser fatos desagradáveis com os quais elas sentem que não podem lidar, como excesso de rigidez por parte dos pais, falta de confiança neles, sentimento de abandono, separação dos pais, etc...), adotam algum comportamento que parece servir para fazê-las avançar. É aí que surgem os chamados "desvios de comportamento", que acabam sendo a queixa dos pais quando chegam a procurar um psicólogo. As crianças podem desenvolver inúmeros comportamentos considerados "inadequados", na tentativa de ir em frente e crescer: podem agir de modo hostil, agressivo, hiperativo, ou podem se retrair, falar pouco ou quase nada. Podem vir a ter medo de tudo, ou tornar-se exageradamente boazinhas, ou agarrar-se aos adultos de forma irritante. Podem fazer xixi nas calças, ter asma, tiques, alergias, dores de cabeça ou barriga, mentir etc. Esse tipo de conduta é o "aparente", o "sintoma" de alguma coisa mais profunda, esta sim, a real dificuldade da criança. Como diz Violet Oaklander (Descobrindo Crianças), "Debaixo dessas tentativas de lidar com o mundo, existem sempre necessidades não satisfeitas que resultam numa perda do senso de si próprio".
Nesse sentido, a psicoterapia funciona como uma tentativa de confrontar a criança com a forma inautêntica de ser da qual ela está se utilizando, à medida em que ela vai se abrindo para suas inúmeras possibilidades de estar-no-mundo.
O meio de auto-expressão natural da criança é o jogo, a brincadeira, o que faz da ludoterapia uma oportunidade ímpar, dada à criança, de ser ela mesma, de expressar seus conflitos, medos, ansiedades e angústias, reconhecer e aceitar seus sentimentos e a si mesma, primeiro passo para uma existência mais autêntica e feliz. O papel do terapeuta é, então, ajudar a criança a seguir, da melhor forma possível, seu caminho em direção ao crescimento.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

DIA DAS MÃES


Para Sempre


Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

(Carlos Drummond de Andrade
)

segunda-feira, 12 de abril de 2010



PROJETO LEITURA AMIGA

O livro é aquele brinquedo, por incrível que pareça,
Que, entre um mistério e um segredo,
Põe idéias na cabeça.
(Maria Dinorah)


A literatura infantil contribui para o crescimento emocional, cognitivo e para a identificação pessoal da criança, propiciando ao aluno, à percepção de diferentes resoluções de problemas, despertando a criatividade, a autonomia, a criatividade, que são elementos necessários na formação da criança de nossa sociedade atual.
As situações de interação, contato e manuseio de diferentes materiais escritos são importantes para a aprendizagem da leitura e da escrita. Mas, será ainda mais enriquecedor se este manuseio e contato forem com histórias de literatura infantil, pois os desenhos maravilhosos e os enredos instigantes que se encontram explícitos nos livros são como uma chamada, um convite que fascina a criança, proporcionando-lhe imenso prazer e interesse.
A leitura é um processo amplo, que envolve a produção do sentido. De nada adianta ler sem compreender, ouvir sem gostar. É no encontro com qualquer forma de Literatura que os homens têm a oportunidade de ampliar, transformar, ou enriquecer sua própria experiência de vida.
E foi pensando dessa forma que elaborei com carinho esse projeto: “Leitura amiga” na qual tem por objetivo o resgate das histórias na sua plenitude.



OBJETIVO GERAL DO PROJETO:


Despertar o interesse e o gosto pela leitura, ampliando assim o universo lingüístico da criança.
Atividades:
• Baú de histórias, com vários livros para serem lidos, trocados, contados, desenhados, reescritos;
• Baú da fantasia para que possam dramatizar a(s) história(s) contada(s);
• Criar suspense antes de contar a história, explorar a capa do livro, suas ilustrações, título;
• Colocar nas costas de um aluno ( ou mais de um se quiser colocar várias palavras), um papel com uma palavra escrita, para que a turma tente ler o que está escrito (o aluno evita a leitura) e adivinhe do que se trata o livro;
• Usar voz expressiva, animando a leitura, fazendo perguntas e comentários, imitando e inventando vozes para cada um dos personagens, montando cenários e enfatizando situações emocionantes;
• Recontar a história com fantoches;
• Caracterizar personagens ( bom momento para identificar valores humanos);
• Analisar o assunto principal da história;
• Em roda colocar os livros no meio da sala ou distribuir um para cada um. Pedir que leiam e ainda na roda recontem a parte que mais gostaram da história. Ilustrar no final;
• Teatro de fantoches, teatro de sombras, teatro de palito Che, dramatizações;
• Utilizar a mesma história contada em épocas e autores diferentes para que façam comparações:elaborar novas versões dos contos de fadas;

terça-feira, 6 de abril de 2010


Educação Infantil

www.fe.usp.br/laboratorios/labrimp/index.html

Descrição: Destinado a profissionais que atuam com Educação Infantil e Anos Inicias. Página que traz dezenas de exemplos de brincadeiras e jogos tradicionais que podem ser utilizados para enriquecer suas aulas e despertar emoções nas crianças.

Indicação: Professores de Educação Infantil.


www.divertudo.com.br/

Descrição: Esta é uma página cheia de jogos virtuais, brincadeiras, histórias divertidas, protetores de telas, adivinhações e outras coisinhas legais.

Indicação: Educação Infantil.

www.duende.com.br/

Descrição: A maravilhosa página da criança que traz muitos divertimentos, dentre os quais: mágicos, desenhando e pintando, duende ecologia, horóscopo, conteúdos escolares, jogos e assuntos atuais e correio dos duendes.

Indicação: Educação Infantil.


www.1papacaio.com.br/

Descrição: O página que brinca com você! Jogos, brincadeiras e atividades educativas em Flash. Downloads de desenhos de personagens, animações, papéis de parede, músicas, livros animados, etc...

Indicação: Educação Infantil e professores.

site dedicas.uol.com.br/

Descrição: Esta pagina da Web contém: histórias infantis, contos, ilustrações para trabalhos, dicas de educação, dicas de atividades, dicas de material, software educativo, etc.

Indicação: Professores da Educação Infantil

www.mingaudigital.com.br/

Descrição: Esta página é destinada para crianças de 6 a 12 anos e seus pais que procuram investigar o interesse pela cultura em geral. Contêm jogos, esportes, animais de estimação....

www.recreionline.abril.vol.com.br/

Descrição: Esta página é destinada para crianças de 7 a 11 anos com jogos, brincadeiras, experiências...

www.meleca.com.br/

Descrição: Esta página é destinada para crianças ,onde personagens apresentam brincadeiras, experiências sobre a internet.





Descrição: Este página é destinado para crianças. Com varias atividades para ela fazer no computador.


www.smilinguido.com.br/

Descrição: Este página é destinado para crianças e contém jogos ,desenhos para colorir,papel de parede entre outros.

www.duendes.com.br/

Descrição: Este página é direcionado para crianças com atividades,como ensinar as letras,números, e também traz temas muito interessantes sobre a ecologia entre outros.

www.meninomaluquinho.com.br/

Descrição: Este página é destinado para crianças que além de ter jogos, você encontra informaçôes sobre datas comemorativas.

http://www.ecokids.com.br/

Descrição: Esta página contém conteúdo conteúdos sobre animais, ecologia, meio ambiente, para as crianças. Agregada também jogos, desenhos para pintar, exercícios, dobraduras...

MEUS ALUNOS








sábado, 3 de abril de 2010

DIA DO ÍNDIO


No dia 19 de abril, todos os países do continente americano comemoram o Dia do Índio. A data foi criada no I Congresso Indigenista Interamericano no México, em 1940. O evento foi considerado histórico porque reuniu representantes de vários países americanos e índios de diversas comunidades.
No Congresso também foi criado o Instituto Indigenista Interamericano – órgão internacional que tem a missão de garantir os direitos indígenas na América.
O Brasil também aderiu ao Instituto. Na época, o presidente Getúlio Vargas – atendendo aos apelos do Marechal Rondon – assinou um decreto, a exemplo dos demais países do continente, instituindo o dia 19 de abril como o Dia do Índio.
Conheça aqui a história dos índios brasileiros: a catequização, as perseguições, a escravidão, a luta pela retomada da posse de suas terras, as atuais áreas demarcadas e a conquista de seus direitos.

www.klickeducacao.com.br

quarta-feira, 17 de março de 2010

PLANEJAMENTO ANUAL DO BERÇARIO



PLANEJAMENTO BERÇÁRIO MENOR ( 6 MESES A 1 ANO E 8 MESES)



OBJETIVO:


Proporcionar as crianças um ambiente lúdico que venha promover os seus
desenvolvimentos psíquicos, físicos, sociais e emocionais, respeitando sua maturidade.
É através das brincadeiras que as crianças aprendem, usam a imaginação,
experimentam o mundo, desenvolvem sua coordenação motora, suas habilidades visuais e
auditivas.
Incentivar o uso do raciocínio através de brincadeiras recreativas (faz-deconta)
valoriza a auto-estima da criança.


ADAPTAÇÃO:



Sabe-se que o primeiro contato que a criança tem com a escola é um momento único e
especial, tanto para a família quanto para a escola. Partindo desse pressuposto, é
fundamental que o educador receba as crianças com o maior afeto possível, demonstrando
simpatia e principalmente mostrando segurança para os pequenos iniciantes do convívio
escolar.



MOVIMENTO:



CONTEÚDO:


- Reconhecimento do próprio corpo;
- Expressão de sensações e ritmos corporais;
- Exploração de diferentes posturas corporais e agilidade de deslocar-se no espaço;
- Exploração e utilização de movimentos de preensão, encaixe, lançamento, etc;



HABILIDADES:



- Identificar o próprio corpo;
- Perceber, imitar e produzir sons e ritmos utilizando o corpo e diferentes materiais;
- Deslocar-se no espaço de diferentes maneiras e com diferentes graus de autonomia;
- Explorar e controlar os movimentos corporais;
- Coordenar os movimentos do corpo;
- Desenvolver memória musical.


NOÇÕES:



- Do próprio corpo;
- Do deslocamento do próprio corpo no espaço;
- Controle (domínio) do próprio corpo;
- Das mãos como instrumento para relaciona-se com o mundo e comunicar-se;



VALORES:



- Identidade;
- Expressão pessoal de sentimentos;
- Autonomia e autoconfiança;
- Autonomia e comunicação;



ATIVIDADES:



- Nomeação de partes do corpo no banho e na música;
- Brincadeira dança, música, imitação, ritmos e sentimentos.
- Andar, correr, pular, trepar, escorregar, saltar, rolar, sentar, engatinhar, arrastar,
- Abrir, fechar, empilhar, encaixar, etc;
- Brincadeiras com bolas, blocos, sucatas, etc;
- Batucar, bater palmas, tocar instrumentos;
- Faz-de-conta.



INSTRUMENTOS:



- Gestos, linguagem, esponja, música;
- Caixas, bolas, blocos, chocalhos, etc.



LOCAL:



- Sala, solário, sala de recreação, trocador.


MÚSICA:



CONTEUDOS:



- Exploração, expressão de sons e silencio com a voz e materiais diversos;
- Participação em situações que integram música, movimento e canção;



HABILIDADES:


- Perceber, imitar e produzir sons utilizando diversos materiais;



NOÇÕES:


- De sons, expressando com o corpo e materiais diversos;
- Da possibilidade de expressão de ritmo através do movimento;


VALORES:



- Autocontrole e autonomia;
- Socialização e prazer musical;
- Sociabilidade;



ATIVIDADES:



- Cantar, batucar, bater palmas;
- Ouvir musicas de diferentes estilos e expressar sentimentos;
- Brincadeiras com musicas;
- Danças em grupo ou individual;



INSTRUMENTOS:



- Chocalhos, instrumentos diversos, sucatas e objetos diversos;
- Cds, vídeos, rádio;
- Instrumentos musicais;



LOCAL:



- Ambientes externos e internos;
- Sala, solário e sala de recreação;



ARTES VISUAIS:



CONTEÚDO:


- Exploração e manipulação de materiais
- Observação e identificação de imagens diversas.


HABILIDADES


- Perceber através dos sentidos as diferenças entre materiais, objetos e brinquedos;
- Observar, identificar imagens.


ATIVIDADES



- Observação e identificação de imagens em manuseio de revistas, livros, figuras, etc.


INSTRUMENTOS:



- Revistas, livros, tv, brinquedos, imagens na parede, etc.


LOCAL:



- Sala, solário, sala de recreação.



LINGUAGEM ORAL E ESCRITA:



CONTEÚDO:



- Incentivar o desenvolvimento da fala para que a criança manifeste seus desejos, não
permitindo que ela só manifeste por gestos.


HABILIDADES:



- Incentivar e permitir a fala da criança em todas as atividades, falando corretamente
com a criança;
- Ampliar o vocabulário da criança conversando com ela diariamente.


ATIVIDADES:



- Na hora do banho, alimentação, e nas conversas em geral.


INSTRUMENTOS:



- Conversas, músicas, livros, tv, etc.



LOCAL:



- Trocador, sala, solário, sala de recreação e refeitório.


MATEMÁTICA:


CONTEÚDOS:



- Noções de quantidade, cor e espaço em brincadeiras e musicas junto com o
professor;
- Manipulação e exploração de objetos e brinquedos em situações organizadas;


HABILIDADES:



- Perceber quantidade, formas e cores;


NOÇÕES:



- De quantidade, formas e cores;



VALORES:



- Socialização;
- Independência e autonomia;



ATIVIDADES:



- Musicas e brincadeiras que envolvam noções de quantidade, cor, formas, tempo e
espaço comparando medidas de mãos, pés, altura;


INSTRUMENTOS:


- Bolas, bexigas, peças de encaixe, sucatas, pelúcias e brinquedos diversos;
LOCAL:



- Sala, solário, quadra e sala de recreação.


PROJETO MEIO AMBIENTE



* Projeto meio ambiente será trabalhado através da reutilização de materiais
recicláveis para a confecção de brinquedos.
* A percepção do meio ambiente como fonte de recursos naturais.
* Conscientização para conservação do meio ambiente.


AVALIAÇÃO


Através de registros contínuo, observando as crianças individualmente e em grupo,
anotando suas descobertas, relações e manifestações, dificuldades e suas expressões
relacionadas ao seu desenvolvimento.
E através dessa avaliação, possamos ter um instrumento de reflexão do nosso trabalho,
tendo como referencia o que pr

ecisamos mudar, o que pode continuar e o que melhorar.

segunda-feira, 15 de março de 2010

IMAGEM DE COELHO









BERÇARIO





ELEMENTOS ESSENCIAIS PARA UM BOM BERÇÁRIO


Bebês não têm autonomia e precisam de cuidados constantes, certo? Errado. Essa visão de que a criança de 0 a 2 anos é um ser passivo, ainda não preparado para a aprendizagem, é coisa do passado, como explica a professora Patrícia Maria Takada, que, no momento, presta serviço na Secretaria de Educação da prefeitura de São Paulo: “O cuidar e o educar são indissociáveis. O cuidado físico está inserido em um contexto. E o berçário tem de cumprir também o papel educacional”, afirma. Ou seja, não basta trocar, dar banho e colocar para dormir. O professor de berçário (sim, professor, e não mais “cuidador”) deve ser preparado para lidar com crianças da faixa etária, promovendo as chamadas “experiências significativas” – com historinhas e músicas, nas brincadeiras e durante as refeições –, tornando-as desde cedo protagonistas de suas aprendizagens.

Por tudo isso, o berçário pouco tem a ver com o trabalho de uma babá, mesmo quando o tratamento é bastante especializado, como acontece no Pequeno Reino, que fica na Vila Nova Conceição, bairro nobre da capital paulista. Lá, a relação é de um profissional por três bebês, enquanto que em berçários da rede pública e outros da rede privada, a relação costuma ser de um profissional a cada cinco a sete bebês. “Uma babá não tem a base teórica necessária para que estimule a criança nas brincadeiras e na sociabilidade”, afirma Beatriz Peres Goettert, psicóloga e pedagoga, que fundou o berçário há duas décadas.

Outro aspecto a ser levado em consideração é o ambiente, que deve ser acolhedor. Porém, a professora Patrícia lembra, ainda, que nem sempre um visual atraente, com uma decoração bonita, diz muito sobre o berçário. “O mais importante é o processo, ou seja, como se desenrolará a relação com a criança e também com os pais”, ressalta ela, que, além de contar com sua experiência de 20 anos na educação básica, baseia-se em publicações oficiais do governo federal e municipal, como “Tempos e espaços para a infância e suas linguagens”, disponível no site da prefeitura de São Paulo.

Veja a seguir elementos essenciais de um bom berçário:

• Espaços diversificados para a criança repousar, brincar, se alimentar e ter contato com outras crianças. A idéia de confinamento e tranqüilidade absoluta é ultrapassada. Apenas o local de repouso deve ser resguardado, na medida do possível, para que a criança possa descansar com sossego. O refeitório deve ser separado e muito bem limpo. Além disso, um pátio onde as crianças possam brincar ao ar livre é bem-vindo.

• Brinquedos adequados para a faixa etária. “De preferência, materiais que desafiem a criança, fazendo-a avançar o desenvolvimento em suas aprendizagens”, ressalta a professora Patrícia Maria Takada.

• Socialização. O bebê aprende quando interage com adultos e outras crianças de sua idade e mais velhas.

• Educadores preparados, com formação específica para a faixa etária, que conversem com as crianças, interajam com elas e saibam, também, realizar os cuidados básicos com higiene e alimentação. É recomendado que o professor chame cada criança pelo nome desde cedo, para que se crie a noção de indivíduo.

• Ambiente arejado e seguro. O ideal é que haja iluminação natural e decoração atraente, mas que não chegue a ser poluída. Um ambiente bonito é mais acolhedor e estimulante. No chão, barras próximas às paredes, almofadas e rolos ajudam as crianças a se movimentarem. Tomadas e fios elétricos devem ficar fora do alcance dos pequenos. A presença de espelhos é importante para a construção da identidade. Cuidados com a higienização de todas as áreas são fundamentais.

• Bom relacionamento com os pais. Deve haver um canal aberto de comunicação entre pais e educadores, que podem compartilhar experiências sobre a criança. Quanto mais a criança for conhecida pelos dois lados envolvidos, melhor.

SITE http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/bom-comeco-bercario-301049.shtml

quarta-feira, 10 de março de 2010

PÁSCOA

OBBA!!!! A PÁSCOA ESTÁ CHEGANDO.



Símbolos da Páscoa

Do hebreu Peseach, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. É a maior festa do cristianismo e, naturalmente, de todos os cristãos, pois nela se comemora a Passagem de Cristo - "deste mundo para o Pai", da "morte para a vida", das "trevas para a luz".

Considerada, essencialmente, a Festa da Libertação, a Páscoa é uma das festas móveis do nosso calendário, vinda logo após a Quaresma e culminando na Vigília Pascal.

Entre os seus símbolos encontram-se:

O Ovo de Páscoa
A existência da vida está intimamente ligada ao ovo, que simboliza o nascimento.

O Coelhinho da Páscoa
Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente.

A Cruz da Ressurreição
Traduz, ao mesmo tempo, sofrimento e ressurreição.

O Cordeiro
Simboliza Cristo, que é o cordeiro de Deus, e se sacrificou em favor de todo o rebanho.

O Pão e o Vinho
Na ceia do senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos, para celebrar a vida eterna.

O Círio
É a grande vela que se acende na Aleluia. Quer dizer: "Cristo, a luz dos povos". Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".







quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

COMPORTAMENTO DOS BEBÊ


Comportamento

A agressividade nas crianças pequenas

Uma das grandes dificuldade dos pais é lidar com a agressividade de seus filhos.

Quando o bebê nasce, ele traz impulsos amorosos e agressivos, e a medida que vai sendo cuidado pelos pais, passa a construir vínculos afetivos e a desenvolver seu relacionamento interpessoal.

Essa fase é muito importante, porque assim, ele passa a conhecer o mundo à sua volta e a alicerçar sua personalidade. Sendo assim, é necessário que sinta-se cuidado e protegido.

Com o passar do tempo, a criança tem nos pais um modelo e então relacionam-se com outras pessoas assim como seus pais o fazem. Se têm um relacionamento calmo, é assim que a criança se comportará na maioria das vezes, e se têm um relacionamento mais conturbado, ela provavelmente seguirá esse modelo de comportamento.

O comportamento agressivo na criança é normal e deve ser vivenciado por ela. O grande problema é que ela não sabe como controlá-lo. Normalmente, acontece quando sente-se frustrada ou quando necessita mostrar aos pais que algo não vai bem. Muitas vezes a criança provoca um adulto para que ele possa intervir por ela e controle seu impulso agressivo, já que ela é pequena e não tem condições de fazer por sí própria. Por isso precisa de um "para com isso" ou "eu não quero que você faça". É como se ela pedisse para levar uma bronca. Nessa hora é como se o adulto emprestasse seu controle para a criança.

Assim como os pais a ensinam andar, falar etc... também devem ensinar a criança a controlar sua agressividade e aprender a hora certa de colocá-la para fóra. O importante é que os pais tenham bom senso tomando cuidado para que ela não seja terrorista ou submissa, ou seja, nem permitir tudo para a criança e nem devolver a agressividade dela com outra agressividade.

Educar crianças é uma tarefa difícil e requer trabalho, mas o que vale é tentar acertar, ter equilibrio e consenso entre os pais para que na educação da criança não ocorra falha de dupla comunicação. Se um dos pais permite tudo e o outro não permite nada, isso só confundirá a criança.

Mirene F. M. A. Marques
Psicóloga

BERÇARIO MATERNAL


Berçário - Maternal

Adaptação no berçário

O período conhecido como de adaptação da criança ao berçário é de suma importância na sua vida e merece todo cuidado da direção e da equipe de uma escola.
Ficar bem no berçário, sem chorar nem sofrer, envolve muitos fatores e, basicamente, os sentimentos de duas pessoas: mãe e filho.
O comportamento expresso pela criança durante esse período indica o estado emocional, resultado e resultante de uma série de sentimentos desenvolvidos desde os primeiros meses de vida até o seu ingresso no berçário, sendo o produto de sua relação com a mãe, e é, simultaneamente, influenciado a partir daí pelos sentimentos desta, relacionados ao significado que possa ter para ela a separação de seu filho, com a conseqüente entrega dele a terceiros Escola Berçário.
É importante que a mãe tenha confiança na Escola escolhida e conte com o apoio da Equipe multiprofissional que lhe dará condições psicológicas e emocionais necessárias para que a criança se sinta seguro permanecendo assim, por certo periodo do dia afastada de sua MÃE Sugere-se destinar dois ou três dias para a mãe participar dos cuidados de seu filho, enquanto observa como as outras crianças são tratadas pela equipe do berçário. A criança em poucos dias sentir-se-á segura aceitando o novo ambiente e as pessoas com quem terá convívio.
Caso a criança, após este período, apresente a reação incontrolável, com ansiedade e pânico a estranhos é desaconselhável deixá-la à força, devendo-se então prolongar o período de adaptação, dando tempo à criança para que a mesma possa desenvolver a confiança necessária nos adultos e no novo ambiente desconhecido, consolidando assim, a confiança necessária em sua mãe.
Para ter certeza de que o berçário escolhido é o melhor para seu filho, comece conhecendo as escolas de educação infantil perto da sua residência ou trabalho e verifique se possuem alvará de funcionamento cedido pela prefeitura e ou por órgão de educação de sua cidade.
A segunda etapa é a verificação dos espaços físicos da Escola, salas arejadas com grades de proteção nas janelas, áreas externas para banho de sol, portão nas escadas, extintores de incêndio, locais isolados para acomodação de botijões de gás, tomadas de luz vedadas, corrimão, banheiros adaptados para crianças, banheiros para adultos, higiene da cozinha, banheiros, sala de refeições, beleza e limpeza dos ambientes, paredes decoradas, espaços lúdicos adequados para cada faixa etária, berços para bebês, colchonetes, flores e plantas naturais. Ultimamente, muitas casas antigas estão sendo adaptadas para escolas de educação infantil. Portanto, fique atenta e observe paredes, teto e pisos.
Além da parte física, deve-se observar a equipe de funcionários,
apresentação, formação, e procurar marcar uma entrevista com a diretora ou coordenadora para que sejam passados a filosofia da escola, objetivos, organização, horários de funcionamento, etc.
A etapa de escolha da escola sendo superada chegada hora da adaptação. A mãe tendo confiança no berçário, sentirá segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, porém o período de adaptação varia de criança para criança, e deve ser avaliado individualmente.


Débora Beni
Pedagoga

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

MENSAGEM INICIO DAS AULAS





Um ano cheio de dúvidas
E, ao mesmo tempo,
cheio de esperanças.
Mas neste ano,
há um dia especial para mim.
Posso ir muito contente.
Mas se por acaso eu chorar,
quando à escola entrar,
não fique com pena de mim.
Eu vou ficar longe de ti…
Mas lá vou encontrar segurança,
dedicação, atenção,
e principalmente, amor.

Não te preocupes com lápis, borracha e caderno…
Eu só os usarei depois de muito brincar, recortar,
colar, desenhar, pintar…

Pergunta o que fiz na escola
e não deites fora os meus trabalhinhos,
eles são muito importantes para mim!
Tudo isso fará de mim uma
CRIANÇA FELIZ!


ESSA MENSAGEM ACHEI LINDA É DA AMIGA SIL

SEU BLOG É MARAVILHOSO ENTRE LÁ!!

http://sillovinho.blogspot.com

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

VOLTEI!!!!!


DEPOIS DAS FERIAS VOLTEI, DESCULPE POR ME AFASTAR E DEIXAR DE POSTAR, POIS TIVE VARIOS CONTRA TEMPOS E DEPOIS FERIAS:) :) LOGO POSTAREI GRANDES NOVIDADES BJS A TODOS.